sábado, 21 de novembro de 2009

Grupos Informais nas Organizações

A empresa passou a ser vista como uma organização social composta de vários grupos sociais informais, cuja a formação nem sempre é a mesma da organização formal. Uma das principais funções na organização é a liderança, que relevou sua importância abrangendo grupos formais e informais. Com o passar do tempo vimos que o conteúdo da liderança vem se modificando e demonstrando que não existe uma maneira objetiva de liderar, ou seja, cada líder tem seu próprio método de conduzir as pessoas. Passando assim de uma visão rígida para uma definição de conhecimento e atributos para comandar as pessoas. Desta forma nasceram os grupos informais. Os grupos informais são uma união de pessoas de maneira aleatória dentro da empresa ou fora dela, não levando para esta formação a hierarquia estabelecida na empresa. Os grupos informais não necessariamente são formados por integrantes da empresa. Há várias maneiras de surgirem os grupos informais: crenças religiosas, idade, cultura, lazer, trabalho entre outros. Esses grupos que surgem no interior das organizações tem como motivo do surgimento a conquista e a permanência do poder. Esse poder pode ser utilizado por quem já o exerce ou por quem não o tem. Identificamos dois importantes grupos informais: Grupos de interesse: pessoas que podem ou não ser membros do mesmo grupo de comando ou por um mesmo grupo de tarefas para uma meta comum. Os grupos de uma organização se unem normalmente em prol de um bem comum,como mais lucros participativos na empresa. Exemplo disto quando um grupo de funcionários de uma lanchonete se juntam para uma caixinha de gorjetas, este é um objetivo de um grupo de interesse. Grupos de amizade: muitos grupos se unem porque seus membros tem algum objetivo em comum. Estes grupos de amizade normalmente mantem uma relação fora do trabalho ou da organização. Exemplo: os alunos de determinada crença religiosa combinam de se reunirem as sextas-feiras para discutirem assuntos bíblicos. Os grupos informais tem como objetivo a satisfação de necessidades semelhantes de seus participantes ou necessidades bem distintas dos membros que o compõe. A respeito dos grupos informais é importante ressaltar que nem sempre estes grupos prejudicam a organização,eles podem ser manipulados em prol pessoal ou empresarial, em decorrência que em algumas decisões fundamentais a burocracia as tornam lentas. Os grupos informais são importantes para as empresas e é uma habilidade do administrador aliar-se a este grupos para convertê-los em parceiros, todos juntos e unidos para o seguimento da empresa no mercado.

sábado, 14 de novembro de 2009

Educação Emocional nas Organizações

O ser humano está em fase de transformação. Do paradigma cartesiano, aos poucos vamos nos pós-modernizando e fazendo o trajeto pendular entre a razão e a emoção.Cada vez mais é exigido, principalmente daquele que está em posição de gerência, a presença da competência emocional. Mais uma vez somos chamados a repensar atitudes e comportamentos, com vistas à melhoria da qualidade nos relacionamentos.O ponto de partida poderá ser o estudo das emoções e os resultados organizacionais.Na mescla das emoções que fervilham no caldeirão empresarial, o tempero está nas mãos de cada colaborador, sob a batuta de seus líderes.O conhecimento das emoções pode nos ajudar a entender melhor o processo de seleção nas organizações, a tomada de decisões, a liderança, os conflitos interpessoais e os desvios de comportamento no ambiente de trabalho. Os administradores podem controlar as emoções de seus colegas e dos subordinados? Não. As emoções são partes integrantes da natureza humana.Os administradores cometem um erro ao ignorar os elementos emocionais do comportamento organizacional ou ao avaliar o comportamento das pessoas como se fosse puramente racional. Você não pode separar as emoções do ambiente de trabalho, porque não pode separar as emoções das pessoas.Os administradores que compreenderem o papel das emoções vão melhorar significativamente sua capacidade de explicar e prever o comportamento individual. Na mescla das emoções que fervilham no caldeirão empresarial, o tempero está nas mãos de cada colaborador, sob a batuta de seus líderes.

Entrevista com a Adm.Carolina Spinola.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Doenças Mentais

Popularmente há uma tendência em se julgar a sanidade da pessoa, de acordo com seu comportamento, de acordo com sua adequação às conveniências sócio-culturais como, por exemplo, a obediência aos familiares, o sucesso no sistema de produção, a postura sexual, etc.Medicamente, entretanto, Doença Mental pode ser entendida como uma variação mórbida do normal, variação esta capaz de produzir prejuízo na performance global da pessoa (social, ocupacional, familiar e pessoal) e/ou das pessoas com quem convive.Organização Mundial de Saúde diz que o estado de completo bem estar físico, mental e social define o que é saúde, portanto, tal conceito implica num critério de valores (valorativo), já que, lida com a idéia de bem-estar e mal-estar.

As Doenças Mentais têm cura tanto quanto as doenças da cardiologia, da endocrinologia, da reumatologia, da neurologia e assim por diante. A medicina tem como primeira obrigação definir se a pessoa que a procura É ou ESTÁ doente. Se estiver doente, a possibilidade de cura definitiva é enormemente maior do que nos casos da pessoa ser doente.

Doenças Mentais mais atreladas à maneira da pessoa ser, mais inerentes à sua personalidade, podem ser muito bem controladas pela psiquiatria, enquanto as situações reativas, onde a pessoa apresenta uma alteração repentina em seu psiquismo, podemos falar mais facilmente em cura definitiva.

Se sentir que está precisando de ajuda,a pessoa deve procurá-la a fim de evitar um problema futuro e agravamento do seu estado mental.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Comunicação Organizacional

Entrevista com a Gestora em Finanças Aline Oliveira, que falou um pouco da sua atuação como administradora ,e da forma de comunicação utilizada por ela com os seus subordinados e com seus subordinadores dentro da organização em que trabalha.